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15 de junho de 2017

A Chama Dentro de Nós - Brittainy C. Cherry




Oi,
pessoas românticas e cheias de amor, que trazem em si essa chama que não se apaga. E eu realmente desejo que não se apague nunca. Assim como a chama de Logan e Alyssa, que nunca se apagou, mesmo com a distância.

|MUITO   A M R   NESSA VIDA DE NÓS TODOS!|

A chama dentro de nós é um new adult escrito por Brittainy C. Cherry, mesma autora de "Sr. Daniels" e O ar que ele respira. O livro foi lançado pela Editora Record e conta a história de amor do "bad boy" Logan e da doce Alyssa.

O casal que protagoniza a trama de Cherry se conhecem de maneira inusitada e desenvolve uma bela amizade, a partir do primeiro contato. Logan vai até a loja onde Alyssa trabalha para comprar alimentos, porém, um imprevisto acontece e ele acaba tendo que deixar os alimentos na loja. Porém, Alyssa se compadece da situação e acaba pagando as compras. A partir de então uma grande amizade surge entre eles e à medida que o tempo passa o sentimento vai mudando e crescendo até que ambos assumem o amor que sentem um pelo outro. Mas nem tudo são flores. Nessa caminhada vários acontecimentos farão com que os dois se separem até que Logan se muda da cidade deixando sua família e Alyssa.

|Porque será que Logan vai embora? Será que ele volta? E o relacionamento com Alyssa?|

Alyssa é uma garota com boa qualidade de vida, filha de uma advogada, sonha em cantar e viver de música, vive numa área nobre da cidade; Logan, por sinal, vive uma vida caótica num bairro periférico e se envolve com drogas. O rapaz vive com a mãe que também é viciada e tem um relacionamento abusivo com Rick, o pai de Logan, um frio, violento e controlador.

Pela diferença dos personagens já é possível perceber o perfil nada novo da construção dos protagonistas. Temos aqui o velho clichê da garota rica, que se apaixona pelo garoto pobre e vivem  um amor mal visto pela sociedade. E toda uma trama baseada nos romances proibidos, estilo Romeu e Julieta, estética que raramente se diferencia dos NA's. A leve diferente entre "A chama dentro de nós" de outros livros que já li é que o amor aqui acontece aos poucos, nos apresenta a vida de cada um sozinho, depois juntos, até que se tornem um só e o leitor também já esteja conectado com o sentimento dos dois e acostumados com a ideia do relacionamento que está se desenvolvendo. Funciona muito bem.

O que não agrada é a mesma fórmula utilizada pela autora para os NA's como foi dito logo acima. É tudo muito igual, tudo muito repetitivo. Não há muitas surpresas sobre como seria o desfeche da história; as reviravoltas já acontecem de modo que mostram de alguma forma o caminho exato de como irá terminar a história. 
A chama dentro de nós nos mostra uma história de superação e fantasmas que trazemos conosco na vida. Apresenta uma história de amor, mas não somente o amor romântico, como também o amor família, o amor amigo. O leitor presencia as consequências do uso de drogas, a violência que isso gera, a agonia de estar preso a algo quando você está assistindo a sua vida desmoronando. 

As drogas, a violência como consequência dela, as divergências comuns às classes, o amor "proibido" e o câncer são temáticas que o leitor encontra na história. No entanto, estamos diante de temas romantizados demais, principalmente quando se trata do câncer e da forma como isso se torna uma chantagem do personagem que está doente para conseguir convencer os outros do que ele quer. Se torna algo chato, forçado e dramático demais! Ponto negativo.

E para não dizer que não falei das flores, as metáforas e a linguagem poética se fazem constante e é belo. Pude ler frases belíssimas e dignas de reflexão, e a metáfora do amor como uma chama que cresce dentro de nós e que é capaz de incendiar é de uma beleza admirável. Me deixou encantado. A narrativa fácil e a tensão que existe na trama são também pontos positivos e que contribuem para uma leitura rápida e agradável.
- Mas Diih, o livro é ruim? Não, esse não é um livro de todo ruim. Mas também está longe de ser uma história marcante.
Com uma narrativa leve e fluida, A chama dentro de nós é uma historia totalmente clichê, com personagens estereotipados demais e temas sérios abordados de maneira romantizada demais também. A tensão da trama é forte e é realmente capaz de despertar uma chama dentro de nós, através da narrativa leve, e ao mesmo tempo poética com suas ricas metáforas sobre o amor. No entanto, não é uma história que nos apresenta grandes novidades e surpresas. 

Bjux,




21 de dezembro de 2016

NÓS DOIS, ANDY JONES



Olá! ♡ Muito carinho para vocês neste dia!

|Não sei se repararam, mas ultimamente só tenho escrito resenhas aqui no blog. Peço paciência porque meu tempo está curtíssimo por conta da faculdade e como leio os livros nos períodos de folga (e não terei férias nesse fim de ano) é a única coisa que estou podendo trazer para vocês. Breve voltarei com tudo!|

E para começar a falar de Nós Dois serei bem direto: se você ainda não leu, busque pelo menos tentar ler as primeiras folhas. Eu te desafio a conhecer essa história, que inicialmente parece mais um livro sobre relacionamentos e seus problemas, mas que é capaz de surpreender e maravilhar o leitor com a simplicidade da narrativa para um texto glorioso.

Se apaixonar é fácil (você concorda?). Difícil é o que vem depois. E Fisher e Ivy estão sentindo na pele isso. Os dois estão apaixonados há dezenove dias e durante esse tempo já se tronaram inseparáveis, numa relação que pode-se dizer maravilhosa, diferente dos seus antigos relacionamentos. E é essa diferença, esse feeling especial que faz com que eles tenham certeza que irão ficar juntos para sempre, apesar de se conhecerem tão pouco - ambos tem consciência disso. Assim segue a vida do casal. Mas suas vidas estão prestes a mudar e tudo vai acontecendo durante os doze meses seguintes, quando finalmente entendem que se apaixonar é uma coisa, no entanto, manter um relacionamento é algo completamente diferente, uma tarefa nada fácil. Será que a relação de Fish e Ivy irá se sustentar em meio às provações, dúvidas e momentos de fragilidade? 

Vivemos um momento em que praticamente tudo acontece de maneira muito rápida e instantânea, principalmente os relacionamentos amorosos. Em "Nós Dois" essa é a primeira visão que temos: um casal que se conhece a pouquíssimo tempo e já alimentam uma relação que parece existir há anos. E quem não conhece um casal que já passou ou está passando por isso atualmente? Traçados com personalidades fortes e que não deixam a desejar em momento algum, Fisher e Ivy conseguem a atenção do leitor facilmente por formarem um casal cativante e espantosamente real. Perfeição não cabe aos dois, que seguem no dia-a-dia vidas com todos os perrengues que não se limitam apenas à vida do casal: aqui temos também a visão da vida dos dois individualmente. 

"(...) A verdade é que eu conheço pouco da mulher por quem estou completamente apaixonado. e me sinto tão ávido por respostas quanto o restante da minha família. Eu sei que ela ronca quando bebe demais, prefere cidra a cerveja, e que sua torta favorita é a de frango com alho-poró (...) Mas tem tanta coisa que eu não sei... Seu Beatle favorito; o nome de seu primeiro bicho de estimação, namorado ou disco; caramba eu nem sei seu nome do meio. E, por algum motivo, fiquei especialmente interessado em saber se ela prefere fadas ou sereias." (Pág.: 13)

Narrado em primeira pessoa conhecemos as perspectivas do personagem, suas agonias e receios e em dados momentos suas dúvidas. Mas temos aqui um jovem apaixonado, responsável e que sabe o que quer - porém não representa nenhum príncipe perfeito. Fisher é trabalhador e carismático, de uma família simples, e perdeu a mãe muito cedo. Divide seu tempo com a atenção que dá à atual namorada e ao melhor amigo, que tem uma doença degenerativa. Aqui temos mais uma ótima nova abordagem no livro, que trata de uma doença degenerativa pouco exposta nos livros (talvez seja um fato inédito) e a visão de outro relacionamento amoroso e o peso enorme da doença, condição de um dos envolvidos. 

Até onde é possível segurar um relacionamento com uma pessoa que está apenas esperando a hora de ir embora? Enquanto isso na vida do nosso casal protagonista uma novidade poderá mudar suas vidas completamente e eles precisam lidar com mais essa. Será que eles conseguem passar por mais um problema juntos? Será que estão dispostos a passar por isso?


E não é só de problemas de rotina que vive a vida de um casal, as diferenças que há entre eles, as novidades que chegam a todo o instante, as descobertas de fatos da vida dos dois também são problemáticas abordadas no livro. Se o livro é clichê? Sim. Temos em Nós Dois a história de um casal que vive os problemas de um relacionamento que aconteceu muito rápido e que deixa na mente do leitor a dúvida: será que eles ficão juntos no final? Até aqui nenhuma novidade. Acontece que há clichês mal desenvolvidos e há clichês muito bem desenvolvidos, que é o caso dessa história. O autor nos envolve numa narrativa transparente e inteligente, que nos leva a lembrar facilmente do perrengue de Douglas Pettersen e Connie, no livro NÓS, de David Nicholls, enquanto tentavam salvar o casamento, e até mesmo Emma e Dexter no livro UM DIA, do mesmo autor. Todos esse livros abordam a questão da valorização do amor e do jogo de cintura que é preciso ter para mantê-lo. 

"Eu corro e Ivy pratica Yoga, mas nunca conseguimos coordenar essas atividades , que somam mais ou menos duas horas gastas separados um do outro, tanto no sábado quanto no domingo. Ela lê, eu assisto a séries. Eu vou passear e ver as lojas, ela cochila de tarde. E essa rotina não me desagrada; na verdade é confortável. Mas conforto demais pode ficar meio... bom, chato. Eu gosto da nossa vida; é só que, ao que parece, chegamos aos vite anos de relacionamento cedo demais." (Pág.: 97)

Uma das coisas que mais gostaria de destacar nesse livro é a naturalidade com que as coisas acontecem e se desenrolam, volto a dizer. É tudo gradativo, nada forçado, os diálogos são inteligentes e a carga dramática é sutil. Não há tragédias em excesso e explicações genéricas para os fatos, tudo é muito bem traçado. Quando você menos espera acontece e é justamente nesse momento de tensão que a emoção toma conta. Porque por mais que pareça mais uma história sobre relacionamentos, ela com certeza é capaz de impactar e surpreender você.

Nós dois é um livro sensível, sincero, intenso, que revela de forma real, porém engraçada e por vezes sarcástica, as dificuldades de manter uma relação e manter a chama da paixão acesa. A capa é uma metáfora perfeita de um momento lindo do livro, e assim como um balão voando pelo céu azul ou noturno, a história é emocionalmente poética e especial. Você não vai se arrepender. 

XOXO,
Diih

8 de maio de 2016

‘Como ser Solteira’, Liz Tuccillo, para ler e assistir



Olá, vocês!
Olá meninas! Solteiras por opção ou não, para você que está tentando se encontrar um espaço só seu agora, que está sentindo a necessidade de encontrar um norte na vida porque acabou de sair de uma relação de longas datas ou de uma relação de poucos meses. Não importa! Esse é um livro que, de alguma forma irá mostrar a você que ser solteira não é como chegar ao fim do mundo.

O livro é da autora Liz Tuccillo, foi publicado pela primeira vez em 2010 e republicado este ano também pela Editora Record, com uma capa diferente, que se aproxima mais do filme – lançado no inicio deste ano. 

 ***
Uma vez uma das minhas cantoras prediletas da vida (Shania Twain), perguntou numa canção se “existe vida após o amor” e eu posso dizer que de alguma forma esse livro consegue confirmar isso. E é através da narrativa de várias mulheres, em várias etapas da vida de solteira, que vamos perceber isso.

Julie tem trinta e poucos anos, mora em Nova Iorque e é solteira. Ela trabalha divulgando livros de autoajuda, que fazem o maior sucesso - mesmo ela não entendendo por que. Mas, seu dia tem uma drástica mudança, quando uma de suas amigas, Georgia, te liga aos prantos dizendo que irá se matar se Julie não a levasse pra uma noitada com suas outras amigas, simplesmente porque descobriu que o marido a trocou por uma professora de samba, que tem metade de sua idade. Triste, perdida e com filhos ela não sabe o que fazer. Sem muitas opções, Julie faz o que a amiga pede e convoca mais três amigas para se divertir numa noitada toda para Georgia.

Alice, uma talentosa defensora pública, joga tudo para o alto e converte seu tempo a procurar o homem perfeito. Alegre, divertida e determinada, não costuma desistir fácil do que quer.

Serena é uma mulher excêntrica e depois de passar bons tempos cozinhando carne e bebendo – ela trabalhava na casa de um ator famoso -, decide largar tudo e tornar se SWAMI (hindu) com direito a raspar cabelo e virar celibatária.

Ruby é a típica amiga depressiva, que não consegue sair de relacionamento sem cair na mais profunda depressão. O mais recente pesadelo de Ruby foi a morte de Ralf, seu gato, que morreu de insuficiência renal crônica em felinos.

Finalmente a grande noite acontece, no entanto não sai como elas planejaram. Sendo assim, Julie decide escrever um livro sobre o que aconteceu na noite desastrosa e vende a ideia para sua chefa e com o dinheiro adiantado faz uma viagem pelo mundo, em busca do autoconhecimento.

Narrado em primeira pessoa, temos um chick lit todo voltado para a vida de mulheres solteiras, com a proposta de mostrar que uma pessoa pode se sentir sozinha sim, pode sentir falta de seu relacionamento sim, mas que o mundo não para porque a relação acabou e que nesse espaço que se abriu há muito a ser descoberto não só sobre você mesmo, como também sobre o que acontece à sua volta. Dito isto, deixo claro que esse não é um livro de auto-ajuda, mas funciona como um “reflita sobre isso”. Por exemplo, é preciso mesmo essa busca incessante por uma pessoa que preencha o espaço que está vazio na nossa vida?


Apesar de gostar de histórias que falam sobre relacionamentos e de pessoas que buscam se encontrar após o fim de uma relação, eu tenho que dizer que achei o enredo um pouco cansativo e chato em alguns momentos. Não acho que um livro com tantos personagens e histórias diferentes – mesmo que elas se liguem depois - esteja escape de se tornar maçante em algum momento. E sinto dizer que esse não é uma exceção. Se ao menos a autora compensasse na personagem principal, as coisas pudessem melhorar, mas isso não aconteceu.

Não falta humor para rir ou situações para querer viver; não falta aquele personagem familiar, aquela amiga, estilo “miga sua loka” também. Como ser solteira é um livro que conta com uma narrativa leve e agradável, apesar do ponto negativo que citei.


Como ser solteira foi adaptado para os telões e estreou em fevereiro deste ano aqui no Brasil. Quem dirigiu o filme foi Christian Ditter, diretor de Simplesmente acontece (Love, Rose), e traz no elenco Dakota Johnson (Cinquenta Tons de Cinza), Alison Brie (Mad Men), Rebel Wilson (Missão Madrinha de Casamento), Leslie Mann (Mulheres ao Ataque).

Sinceramente o filme me chamou mais a atenção do que o livro e são muito diferentes um do outro. No filme a protagonista é a Alice (Dakotah Johnson), uma mulher jovem que viveu um relacionamento desde muito cedo com um rapaz que conheceu na escola. Durante toda a vida Alice não conheceu ou se envolveu com outros caras. Um dia ela decide que precisa de um tempo para saber como lidar com a crise que dois estavam vivendo. Decidida a morar com a irmã nesse tempo, Alice começa a descobrir o mundo, sozinha.

 Ao mesmo tempo em que me mostrou um clichê, que sempre existe nas comédias românticas, com mulheres solteiras caindo numa noitada, bebendo e tentando descobrir o que deu errado na relação, o filme me surpreendeu com um final inesperado. Além disso, fiquei encantado com a fotografia e a trilha sonora do filme.

Se você já leu me conte o que achou e se ainda não leu eu indico o livro como uma leitura leve e cheia de reflexão acerca de um relacionamento com o outro e consigo mesmo.

Bjão,
Diih.


23 de dezembro de 2015

Cores, amores e descobertas em FAKE, de Felipe Barenco



 
Há momentos na vida em que devemos olhar para dentro da gente e questionar quem somos, o que somos, o que queremos. Todo mundo passa pela fase de descoberta, do primeiro amor, da primeira responsabilidade para chamar de sua. E para cada um existe o desafio de encarar seu momento de frente, com a cabeça erguida. É esse o dilema de Téo, personagem que dá vida ao livro que apresento para você.

***
 Um romance brilhante, cheio de cor e muita graça descreve inicialmente Fake, primeiro livro do autor Felipe Barenco. Ele escreveu uma história que aborda temas essenciais e que devem ser discutidos entre jovens, adultos e adolescentes. O primeiro amor, a escolha pelo curso na faculdade, o dilema da descoberta da sexualidade e da aceitação da família, além de esclarecer dúvidas sobre HIV, são assuntos que você vai encontrar no livro, que faz parte da literatura YA (Young adult). 

Teodoro Freitas, mais conhecido como Téo, é um adolescente calmo e romântico, que mora com os pais e o irmão no bairro de Engenho Novo, Rio de Janeiro. Filho mais velho de Dona Clarice e Sr. Mauro, acaba de descobrir que passou no curso de direito na faculdade Estadual do Rio de Janeiro e sente a felicidade explodir dentro do peito por ter sido aprovado. No entanto, apesar de feliz com o resultado, Téo entende que chegou a hora de aceitar sua sexualidade e encarar o medo de não ser aceito pela família, por ser homossexual. Além disso, o garoto conhece Davi, um rapaz extrovertido que veio de São Paulo estudar teatro, ‘acontecimento’  que vai mudar a vida do futuro estudante de direito de maneira dura, mas que ajudará em seu processo de amadurecimento como pessoa. Ao lado de Tiago, seu melhor amigo, sua tia Eleonora – o tipo de mulher descolada, livre e solteira que não se importa com nada e com uma mente abertíssima - e Guilherme um ‘colega’ de faculdade, Téo encontra forças para seguir em frente com um grande problema familiar, um amor ‘fake’ e uma escolha que pode mudar sua vida.

“Sentir-se desaprovado pela família não é um vazio muito fácil de administrar; tem que estar muito seguro de quem se é para suportar a falta dela. E ser gay vem no pacote do processo de descoberta. É uma luta interna para gente valente. Se você não for, sucumbirá.” – pág. 251

Barenco desenvolveu uma história digna de aplausos, com referências a grandes obras e autores especiais da nossa literatura. Escreveu sobre a homossexualidade e HIV de maneira generosa, apostando numa narrativa em primeira pessoa e uma linguagem humorística que não diminuiu a seriedade das problemáticas abordadas. Os personagens principais têm suas personalidades bem trabalhadas, os secundários dão conta de equilibrar os acontecimentos no enredo de Fake, embora em alguns momentos as situações vividas pelo casal problema da história pareçam bobas demais, enjoativas e ingênuas demais. Não trago esses pontos negativos como algo constante na história, mas eles existem. Em contrapartida, não diminuiu a beleza do texto.
 

O design da capa e a ilustração ficam por conta de Clara Gomes, enquanto a revisão é de Andrea Carvalho Stark, que fez um ótimo trabalho, deixando passar alguns poucos erros bobos. Todos os direitos da edição do livro são reservados à UMÔ – Usina de Criação. 

Sabe quando você entra em um ambiente e se sente tão à vontade, que parece que você já pertenceu ao lugar? É assim que me senti durante a leitura de Fake: em casa. As situações, os temas abordados e a maneira como foram tratados e os personagens tão familiares me fizeram sentir como se eu estivesse em meu próprio lar. Espero que você possa se juntar a ele também.

Você pode comprar o livro através do site: www.livrofake.com.br

Um Beijo com carinho,
Até mais!
Diih
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