Olá vocês, pessoas! 

Feliz Segunda-feira e uma semana doce para vocês. A minha está muito, muito doce e enquanto escrevo isso aqui como uma barra de chocolate, como se não houvesse o amanhã. No player uma música maravilhosa para acompanhar a escrita desse post, em homenagem ao livro que vocês estão vendo, tão desejado por mim. 

Quem adivinhar qual música está tocando ganha um pedaço de chocolate!

No finalzinho da postagem vocês vão saber de que música estou falando. Agora vamos mesmo ao que interessa.

Conheci Since you've Been Gone através do Alfredo Neto, do Blog Paginou, no início deste ano. O Alfredo falou tão bem do livro, me fez uma sinopse especial e mais detalhada, que me convenceu a tal ponto de me fazer procurar mais comentários sobre o livro na rede. Resumindo: fiquei apaixonado e comprei em inglês mesmo. Mas gostaria muito que alguma editora publicasse o livro aqui no Brasil. 

Foi Sloane quem puxou Emily de seu casulo e tornou sua vida 100% interessante. Mas bem antes do que deveria ter sido um verão épico, Sloane simplesmente... Desapareceu. Tudo o que ela deixou foi uma lista de afazeres. Nela, treze tarefas inspiradas por Sloane, que Emily nunca faria. Mas, e se eles pudessem trazer sua melhor amiga de volta?
Caçar maçãs à noite? Okay, fácil. Dançar até o amanhecer? Claro. Por que não?Beijar um estranho? Hm...
Emily agora tem esse verão inesperado, e a ajuda de Frank Porter (totalmente inesperada), para checar as coisas da lista de Sloane.  Quem sabe o que ela encontrará?
Nadar pelada? Espera... O que? 

E então, o que acharam?
Já estou me movimentando e orando pela nossa senhora dos Literary Scouts/ Editores/ Publishers de plantão fazer com que alguma editora traga esse livro para cá. 

Vocês já conhecem o livro? Tem vontade de ler? Se sim, vamos movimentar isso aqui!

A música que citei lá em cima é "Since You've Been Gone",
 da Kelly Clarkson. 


XOXO.
Diih 




Olá,
Tudo bem? 

Uma semana praticamente sem postagem aqui no blog e meus pedidos de desculpas pelo sumiço não só do blog, mas também no Instagram. A culpa é sempre uma: correria na faculdade - que está chegando no tempo final do semestre. Dito isto vamos ao que interesse porque eu estava louco para poder falar sobre "O ano em que te conheci", romance da irlandesa querida Cecelia Ahern, autora de P.S. Eu Te Amo e Simplesmente Acontece. 

Nada melhor que fazer a leitura desse livro, que faz metáforas a partir das flores, neste dia, o primeiro da nova estação que começa hoje, a primavera. 

Você lembra o dia em que por algum motivo sua vida virou de ponta cabeça? Lembra em que momento você se perdeu de você mesmo e perdeu o controle das coisas? Lembra do momento em que, por ironia do destino, encontrou uma pessoa que foi como um reflexo para você e te ajudou a superar esse momento caótico da vida? 

Todos nós temos momentos marcantes em nossas vidas, períodos que influenciaram mudanças pequenas ou profundas dentro de nós. Posso pensar em quatro momentos transformadores para mim: o ano em que nasci, o ano em que soube que ia morrer, o ano em que minha mãe morreu e agora tenho um novo, o ano em que te conheci.

Jasmine e Matt são vizinhos, mas sempre estiveram ocupados demais com o trabalho a ponto de não se importarem um com o outro ou se falarem, muito menos desenvolver interesse para uma amizade. Jasmine nutre por Matt uma antipatia e não faz esforço algum para admitir, ela sabe o motivo que a faz não suportar o rapaz, um radialista com um programa famoso na cidade. Agora eles estão vivendo um período conturbado na vida: ambos estão afastados do trabalho, numa licença forçada. E como estão com tempo de sobra, nas vésperas do ano novo seus olhares se encontram pela primeira vez e nesse período dramático de suas vidas, com tantos problemas familiares os dois são obrigados a analisar suas atitudes e admitir que precisam de ajuda. Talvez eles sejam a solução um do outro e enquanto as estações do ano passam uma amizade acontece de maneira inusitada. Uma grande amizade pode ser encontrada nos lugares mais inusitados.

Mais uma vez fui tomado pela emoção com uma história escrita pela Cecelia Ahern. O Ano em que te conheci é uma história tocante sobre amizade e sobre como olhar para dentro de si mesmo e olhar ao redor pode mudar o rumo das coisas na sua vida. Parece que diante dos problemas nos fechamos dentro de nós, nos tornamos egoístas e esquecemos de observar nossas falhas. Nessa história o leitor vai perceber que Matt e Jasmine servem como um espelho um para o outro, e ambos, ao mesmo tempo, reconhecem suas falhas e tentam dar um novo rumo à vida que estão vivendo. Eles decidem fazer diferente e a partir daí, uma amizade verdadeira e acontece. 

Mas, quando baixei a guarda, suas palavras me deram calor. Foi bom não estar sozinho aqui fora, pelo menos uma vez. Quando você disse essas palavras, elas me confortaram. E então  também não em senti sozinha. - pág.: 109 

O livro é repleto de metáforas e totalmente poético. O drama mistura-se com diálogos cheios de humor e os personagens complexos torna o enredo ainda mais atraente. Quem são essas pessoas? O os levou a agir de tal maneira? Quais fatores influenciaram nas escolhas e nas atitudes deles? A narrativa em primeira pessoa justifica a "limitação" pela qual o leitor passa durante a leitura, quando as descobertas são feitas ao mesmo tempo: o leitor funde-se ao personagem, a sensação de catarse é uma constante e você começa a perceber coisas que podem ser melhor analisadas sobre suas próprias atitudes perante os problemas da vida. Diria que a narrativa desse livro - muito diferente das narrativas dos outros livros da autora - é como um monólogo.

A autora inseriu na história um personagem com síndrome de down, que é a irmã mais velha, e trabalhou a personagem de maneira leve, mostrando a naturalidade com a qual pessoas com down merecem ser tratadas. No livro, a protagonista tem atos de super proteção com a irmã, que leva uma vida normal, com um emprego, sabe o que quer e faz o que se propõe da melhor maneira. Claro que Ahern aborda a questão do preconceito contra essas pessoas, mas acima de tudo esclarece nesse sub-tema o quanto uma criança e um adulto com essa condição podem viver muito bem. 

Quando Heather compartilha seu conhecimento, as pessoas sempre se surpreendem e ficam impressionadas. E o que acontece quando elas percebem que estão impressionadas com ela? Como todos nós, ela floresce. - pág.: 87

O Ano em Que te Conheci é um livro sensível e tocante, que acima de tudo fala sobre amizade e descoberta. Uma história sobre recomeços e novas perspectivas, e como diria o jornal da Irlanda, Irish Independent,"uma história comovente sobre o que podemos aprender com os outros, se deixarmos de lado nossos preconceitos." Eu recomendo cheio de amor, a cada vez que lembro do quanto chorei emocionado e do quanto aprendi com a leitura desse livro.

Mas rosas como eu e você, também têm problemas. Rosas plantadas em solo onde outras foram plantadas por muitos anos tendem a sofrer com doenças. Se você plantar rosas novas nessa situação, é preciso trocar o máximo do solo antigo por solo fresco de outra parte do jardim onde rosas nunca foram plantadas antes (...) É melhor se mudar, arrancar as raízes e começar de novo; só então poderemos florescer. - pág. 326

XOXO,
Diih.






"Eu já não não tinha mais nenhuma ilusão a respeito do amor. Ele vinha, ela ia, deixava vítimas ou não. As pessoas não eram feitas para ficarem juntas para sempre, independente do que dizem as músicas"



Pois é, minha gente! A personagem de Uma Canção de Ninar está um tanto desiludida nessa questão de amor, relacionamentos duradouros. Imagina quantas pessoas nesse mundo, neste momento, estão se sentindo assim, com o coração partido? 

"Só por que alguns casamentos não duram não quer dizer que foi tudo em vão.Tive muitos anos bons com seu pai, Remy, e a melhor parte é que deles saíram Chris e você. Os quatro anos que passei com Harold foram maravilhosos, até o finalzinho. E mesmo com Martin e Win, fui feliz na maior parte do tempo."
E é assim que a mãe de Remy enxerga as coisas: não é porque não deu certo que não valeu a pena. Não é porque não foi como esperávamos que fosse, que se deve desistir de lutar, de viver e buscar coisas novas. A gente pode amar o outro e se amar. A gente pode andar sozinho e andar junto.  Somos capaz de ser feliz sozinho, mas podemos ser feliz com o outro também. Mas a gente precisa se permitir e viver um dia de cada vez.

Essa é uma história sobre decepções e o que ela pode causar em alguém, mas acima de tudo, uma história sobre superação e recomeço. Se você quiser conhecer um pouco mais sobre a história de Remmy, em Uma Canção de Ninar, saber o por que e como é essa canção participe da promoção aqui do blog. É simples, fácil e vale esse livro especial. Basta deixar seu e-mail nessa postagem e clicar na capa do livro logo abaixo e SEGUIR AS REGRAS.



A promoção vai do dia 15 a 30 de setembro.
XOXO
Diih 


Olá, gente!
A coluna Posso Falar? de hoje é sobreo livro "Uma Canção de Ninar", lançado pela Editora Seguinte, escolhido para ser o tema do primeiro clube do livro do Blog Vida & Letras, que aconteceu no último sábado, 10 de setembro, na Livraria Saraiva do Shopping da Bahia, aqui em Salvador.

"Uma canção de ninar" é da autora Sarah Dessen e conta a história de Remy, uma garota totalmente desacreditada dos relacionamentos amorosos e que acompanha todos os casamentos fracassados da mãe, que só afirma sua opinião negativa sobre 'se apaixonar'. A garota tem tudo planejadinho na vida, a faculdade onde vai estudar, com quem vai se envolver, quais as características dos rapazes que pode se envolver ou não e o tempo em que seus relacionamentos vão durar. Até que Dexter aparece e balança tudo ao seu redor. E para saber mais basta ler o livro. E se quiser saber sobre o que as pessoas estão dizendo sobre ele lê os depoimentos até o final e me diz o que achou.

💭

Na história você encontra:

- Conflito familiar
- Amizade
- Romance
- Descobertas
- Superação
- Vida pós ensino médio


Minha paixão pela Sarah aconteceu após a leitura de OS BONS SEGREDOS, quando comecei a ler o livro e não consegui largar fácil. Foi uma leitura que me fez muito bem e quando soube que mais um livro da autora seria publicado aqui no Brasil (...) fiquei imensamente feliz. E estou encantado pelo que li, apaixonado pela história. Me identifiquei tanto, que é como se a autora estivesse se conversando comigo, como se eu estivesse no lugar da Remy, protagonista da trama. - Diego França, Blog Vida & Letras |RESENHA|



A história vai se desenrolando lentamente conforme a gente vai lendo e quando menos a gente se dá conta já estamos envolvidos e torcendo para que tudo dê certo. (...) A gente termina a leitura com um sorriso no rosto e o coração cheio de esperança, tanto pelos personagens quanto pela chance de o livro ganhar uma continuação.- Jaque, Blog Livros e Laços de Fita |RESENHA|




Eu amei a escrita da autora! Não é nada monótona, a autora encorpa bem a personalidade da Remy, tornando-a apaixonante. (...) Como um bom Young Adult a autora tece um romance recheado de dilemas comuns, (-) que experiências ruins vão existir em nossas vidas, mas não devemos nos fechar para o mundo por causa deles. Tudo é apresentado. - Raissa Martins, Blog Estante Diagonal |RESENHA|




Esse foi o meu segundo contato com a Sarah Dessen, o primeiro foi através de Os Bons Segredos e eu tenho outros três livros da autora me esperando aqui para serem lidos. Assim como o outro (Os Bons segredos) foi uma leitura muito rápida de eu fazer; uma leitura que me envolveu muito rapidamente; uma leitura muito gostosa, daquelas que quando você começa já está envolvido com os personagens, o cenário e o enredo. - Aione Simões, Blog/ Canal Minha Vida Literária |ASSISTA AO VÍDEO|



Durante toda a trajetória do livro me vi em tantos pedaços, relembrei de tantas partes de mim mesma, me emocionei e confesso que por vezes senti raiva, mas logo depois passava e vinha de certa forma uma compreensão sobre todos os acontecimentos. (...) Uma história incrível!- Mara Santos, Blog Três Leitoras |RESENHA



Nem só de bons comentários vive um livro e isso também aconteceu com uma canção de ninar.

Infelizmente esse livro da Sarah não é para mim, porém, não irei abandonar a autora e pretendo ler ainda muitos livros dela, afinal a primeira impressão é a que fica e OS BONS SEGREDOS ME CONQUISTOU DE VEZ como leitora da autora.- Meyre Duarte, Blog Agora que eu sou Crítica |RESENHA|
💔

Então é isso, pessoal. Os comentários negativos foram poucos - eu só achei dois, e pode ter mais -, mas destaquei apenas um, pois confesso que as justificativas de um outro comentário para mim não foram convincentes e ficou um opinião muito contraditória. Mas leitura é isso: nem sempre agrada a todo mundo da mesma maneira, e o mais importante de tudo é ler e respeitar a opinião de cada um. 

O que vocês acharam? Ficaram com vontade de ler? Sou suspeito para falar porque me identifiquei e vi muita beleza no livro. É uma história simples, um clichê bem desenvolvido, cheio de metáforas inteligentes, um livro emocionante, engraçado, que nos mostra que o amor existe e que tentar na vida até encontrar seu caminho não custa nada e vale muito à pena.

XOXO,
Diih 🌼




Oi, Oi!
Como vai você? 
Vamos entrar num mundo não tão encantado assim, mas que tem uma beleza extraordinária, a realeza, uma princesa prometida à morte e uma mulher criada que presenciou toda a paz e a guerra que aconteceu dentro do castelo?

Isso te faz lembrar 'A Bela Adormecida', não é mesmo? Você acredita em contos de fadas? Acha mesmo que os contos tem começo tranquilo, uma reviravolta tensa no meio e um final promissor? Talvez seja assim, mas também pode ser que as histórias que escutamos sejam sempre maquiadas demais para que possamos nos confortar e acreditar num futuro melhor.

"Enquanto bela dormia" é um livro que leva três histórias ao leitor: a de Elise, a do casal infértil e em seguida a história de Rosa. É uma uma releitura competente, envolvente, empolgante, e angustiante da Bela Adormecida, conto que fez e faz parte da vida da maioria das crianças no mundo todo, mas que esconde uma história trágica e mais sombria do que a oralidade conta. A história se passa na era medieval e apresenta os dramas e as mazelas da vida no castelo da corte. 

Na narrativa de Blackwell vamos conhecer Elise, uma senhora de idade que escuta a neta contando a história da Bela Adormecida nas suas brincadeiras e isso desperta nela uma sensação de nostalgia - misto de sentimentos bons, mas lembranças não tão boas do que realmente aconteceu com a princesa. Um dia Elise entende que a neta merece escutar a verdadeira história porque isso também envolve o seu passado. Nesse momento, o leitor sai de seu momento atual para embarcar numa história de amor, mas também de luta pelo poder e todas as consequências que uma guerra pode trazer para vida das pessoas. A senhora, que no passado foi uma criada fiel à Rainha Lenore, mãe de Bela, presenciou todas as mazelas sociais daquela época, dentro do castelo onde conseguiu emprego, após a morte da mãe. Mas a garota que conseguiu destaque e lugares privilegiados no castelo, também passou por momentos difíceis e delicados. Coisas que por um bom tempo a fizeram refletir sobre tudo o que conquistou e a levaram a questionar suas decisões e escolhas. 

Quando chegou ao castelo Elise ganhou a confiança da Rainha Lenone, uma mulher triste e frustrada com a ideia de não poder dar um herdeiro ao Rei Ranoulf, pois não era fértil. Quando Millicent, a tia arrogante do Rei, apela para uma ceita, Lenore consegue engravidar, mas tem de se manter fiel à ela, que é vista como bruxa pelos criados do castelo. Quando o dia de Lenore dar à luz chega, ela tem uma grande surpresa: gerou uma menina. Mas uma mulher não pode ser sucessora de um rei e a partir daí o castelo encara um início de uma guerra tudo porque o soberano decide quebrar as regras e dar á bela Rosa seu lugar no trono. O rei cansado dos incômodos da tia decide afastá-la do castelo e por conta disso a velha joga um feitiço contra Rosa, tirando assim a paz de todos. A maldição do ódio de Millicent faz com que Rosa cresça presa dentro do castelo, aos cuidados dos pais, e de Flora, a tia bondosa do rei, "a fada do conto original". 

Mas quando todas as tentativas de proteger Rosa falham, é Elise, a dama de companhia e confidente da princesa, sua única chance de se manter viva. E é pelos olhos dessa narradora improvável que conhecemos todos os personagens, nos surpreendemos com o destino de cada um  e descobrimos que, quando se guia pelo amor - a magia mais poderosa do mundo -, qualquer pessoa é capaz de criar o próprio final feliz. 

Ler Enquanto Bela Dormia foi uma experiência maravilhosa e gratificante. Eu, uma apaixonado por contos de fadas, me vi inteiro dentro do castelo, como um criado da corte, assistindo a tudo ao lado de Elise. Foi uma sacada inteligente e convincente da autora. Inteligente porque trouxe para a narrativa algo que nenhum outro autor fez, que foi escrever uma releitura do conto sob os olhos de um personagem de fora; e convincente porque a narradora em primeira pessoa descreve tão bem o ambiente que é impossível você não se sentir envolvido com a história, não se sentir parte dos moradores do castelo.

A linguagem do livro é extremamente coerente com a época, mesmo assim não espere uma leitura difícil, mas sim delicada, por vezes poética e completamente elegante. Blackwell nos conta uma história com total maestria, e embora você conheça de cor os rumos que o conto vai tomar, através daquilo que o povo conta, terá a sensação de estar vivendo algo novo, com resultados inesperados. E o que dizer do final? É simplesmente surpreendente.  

Por ser uma história que retrata a sociedade de outra época e seus costumes é pertinente mostrar a imagem da mulher daquele cenário medieval. A autora colocou isso muito bem e marcou a mulher com estereótipos que persiste na sociedade até hoje (mesmo com a luta contra a ideia de que a mulher é sexo frágil): a mulher que é submissa, que casa para servir ao marido, que não tem autonomia e voz. A princesa também tem sua beleza estereotipada, mas possui garra e ousadia, ao contrário das Belas frágeis e extremamente românticas das demais histórias.

Sir Walthur respirou fundo ante a falta de respeito do filho. Permaneci sentada em silêncio, como era meu costume quando os dois discutiam assunto de Estado. A opinião de uma mulher não tinha a menor importância para nenhum dos dois.

Enquanto Bela Dormia é uma verdadeira homenagem ao conto clássico da Bela Adormecida. Competente na narrativa, fiel ao que propõe a história, cheio de elementos contemporâneos e construído com uma narrativa e linguagem fiéis à época. Um texto impecável, com um cenário encantador e informações que não deixam a desejar, capaz de transportar você para dentro do castelo e te surpreender mesmo que você, de alguma forma, já conheça os "caminhos".

E será mesmo que a Bela dorme para sempre depois de furar um dedo numa rosa?

XOXO, 
com carinho,
Diih