Mostrando postagens com marcador Editora Intrínseca. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Editora Intrínseca. Mostrar todas as postagens

22 de novembro de 2016

Belgravia - Julian Fellowes



Olá, ♡
para você fã de livro histórico e para você também que nunca leu ou nunca pensou ler, toda regra há uma exceção, e acredito que Belgravia é um forte candidato a ser essa exceção. O livro é do mesmo autor da série de sucesso Downton Abby, Julian Fellowes, e foi lançado numa edição caprichada pela Editora Intrínseca e anteriormente dividida em onze capítulos cedidos em formato de e-book. 

Belgravia retrata uma história de segredos e escândalo nas famílias Trenchard e Brockenhurst, em Londres. Estamos no ano de 1840, neste momento a classe industrial passa a conviver com a classe de alto nível social e a história se inicia antes da batalha de Waterloo, que aconteceu na Bélgica (quando Napoleão foi vencido pela Inglaterra e a Prúcia, encerrando assim seu império), em junho de 1815, no baile da Duquesa Richmond em homenagem ao duque de Wellington, em Bruxelas. Nesse baile, a menina Sophia, filha de Anne e James Trenchard, chama a atenção de Edmund Belassis, herdeiro de uma das famílias mais ricas da Bretanha. No entanto, nessa mesma noite, quando todos no baile são surpreendidos pela notícia de que Napoleão invadiu o país, um fatídico acontecimento irá separar a vida de Anne e Edmund. Mas os momentos em que os dois passaram juntos fora suficientes para que mesmo depois de 25 anos a história que tiveram ficasse marcada tanto na vida dos Brockenhurst quanto na Trenchard, ligando as duas famílias, gerando fofocas e intrigas na sociedade e nos casarões da Belgravia Square. 

Que grande segredo esconde a família Trenchard? De que acontecimento estamos falando? Qual terá sido o futuro do jovem casal? E o que aconteceu depois do acontecimento daquela noite em Bruxelas?




Como disse anteriormente, esse livro foi publicado em onze partes independentes, no formato de e-book, o que na verdade homenageou os grandes folhetins de antigamente. E por ser dividido em partes temos duas considerações: a) os capítulos dos livros são grandes; b) em cada capítulo um escândalo ou uma parte dos segredos revelados na trama. E eu poderia dizer o quanto capítulos grandes incomodam, se a história não fosse tão cativante e tão bem escrita ou se os capítulos não estivessem bem entrelaçados de forma a deixar a história cheia de pontas soltas. O que acontece é totalmente o contrário. O charme da narrativa e os acontecimentos escandalosos de cada parte da história convida naturalmente o leitor, que se envolve na trama e vive todas mazelas sociais da época junto aos personagens. 

Os capítulos são intitulados de acordo com o que será abordado em cada uma das partes, o que já é do nosso conhecimento em boa parte das divisões de capítulos dos livros que costumamos ler. O grande diferencial de Belgravia, de outros romances de época, está na história, na essência dos personagens e nas intrigas que nos revelam o quanto os grandes escândalos e confusões sociais, nesse caso das grandes elites, existem e são de alguma forma maquiados para exaltar a tranquilidade da alta sociedade. É um livro que pode muitas vezes confundir ficção com história - e isso se dá pelas referências históricas que ele traz no enredo -, consegue ser extremamente real e apesar da época mostrar o quanto é uma história atual também.

Será que a sociedade contemporânea é mesmo completamente diferente do que era antes? Talvez não. O que podemos perceber da trama de Fellows e que acredito ser uma grande sacada do autor para mostrar o reflexo da antiga sociedade na contemporaneidade, é que a inveja, a ganancia dos grandes senhores, as intrigas entre entre famílias e a relação de subordinação entre empregado e patrão continuam existindo e causando situações caóticas no nosso ambiente de trabalho e social, bem como na relação entre pessoas e nas traições que há nos casamentos de faixada. E não podemos esquecer do preconceito e diferença de classes: as dominadoras e as subordinadas. 

A ambição, a inveja, a raiva, a avareza, a bondade, o altruísmo e, sobretudo, o amor sempre foram e sempre serão poderosos a ponto de motivar nossas escolhas.

É perceptível o quanto temos uma trama rica em apontar características sociais gritantes. Mas não é somente isso. Os personagens de Fellowes são muito bem escritos, são pessoas fortes, com personalidades fortes e extremamente reais. Não existe o vilão e o bonzinho, todos têm as duas características, isso vai depender dos seus interesses e do estímulo que recebem com as ações que sofrem. Os homens são descritos uns com suas elegantes posturas, outros por sua inteligencia e poder de persuadir; as mulheres também possuem admirável elegância e fazem valer sua voz, não são simplesmente mocinhas, são mulheres fortes e decididas e que possuem papel importante na trama e que superam os preconceitos.

Belgravia é um livro excelente, cheio de ótimas referências históricas mas também intrigante e comovente. A narrativa conta com detalhes na medida certa, ambientação muito bem construída e diálogos pertinentes e muito inteligentes. Repleto de surpresas a cada capítulo, com certeza desperta no leitor não só prazer pela narrativa intrigante, mas também um olhar mais crítico sobre os problemas sociais que tivemos e que ainda temos. 

XOXO,
Diih.




31 de outubro de 2016

Pax, da Sara Pennypacker - A Paz na Guerra




Olá!

Você já descobriu o que te traz paz? Já descobriu qual a morada que te deixa em paz? Já descobriu o caminho que te leva à paz em meio à guerra?

Estou exatamente onde deveria estar e fazendo exatamente o que deveria fazer. Isso é paz. (Pág.: 107)

Dentre as abordagens que o livro traz, a paz na guerra, o amor e a ligação entre dois seres em meio ao caos - conflitos pessoais, conflitos de caráter e sentimentos - são as principais inspirações que marcam o texto de Sara Pennypacker, PAX, um dos lançamentos da Editora Intrínseca deste ano.

Pax e Peter são inseparáveis, há uma ligação muito forte entre eles mesmo quando, por algum motivo, se separam. Não importa onde estejam, o sentimento e a forte ligação entre eles fazem com que estejam sempre em sintonia. A raposa está agora perdida numa floresta porque o pai de Peter achou que seria melhor abandoná-la já que está indo para a guerra e o garoto, consequentemente, vai ter que morar com o avô - um velho rabugento, com um bom humor quase inexistente. No entanto, quando o garoto de 12 anos percebe que não conseguirá viver em paz sentindo a falta de sua raposa, enquanto ela está perdida e indefesa no meio da floresta, ele decide fugir da casa onde está morando para voltar ao local onde Pax foi deixada, para resgatá-la e levá-la para casa. Durante a árdua caminhada o menino acaba machucando o pé e vai parar na propriedade de uma mulher chamada Vola, que vai ajudá-lo a curar o machucado e a curar as feridas que traz consigo, causada pela mágoa; ela vai preparar o garoto para "luta", para saber se virar na estrada quando, enfim, sair de sua casa para continuar sua busca. Mas o garoto também ensinará muito à mulher, que perdeu uma perna na guerra e se martiriza por suas ações. No final, os dois descobrem algo mais sobre quem realmente são e moldam suas ações.

Enquanto isso, Pax conhece Arrepiada, uma raposa sagaz, traumatizada pelos maus tratos dos humanos, bem como seu irmão mais novo, Miúdo, além de Cinzento, uma raposa valente e que se torna companheiro de Pax. Juntos as raposas vão desbravar a floresta, fugindo dos humanos que estão colocando armadilhas e causando explosões. Nessa caminhada cheia de perigo, Pax aprenderá a caçar e conhecerá um pouco mais sobre suas origens e o seu habitat natural, o qual nunca conheceu pois vou levado por Peter quando ainda era bebê, depois da morte dos pais e dos irmãos.

Enquanto Pax e Peter tentam sobreviver aos percalços durante a caminhada tentando um reencontro, ambos vão descobrir um mundo novo e novos sentimentos. Vão descobrir mais sobre quem são e onde ficam seus respectivos lares.

Pax ocupa as prateleiras de livros infantis, nas livrarias. No entanto, ainda que seja direcionado ao público infantil, não se restringe apenas a ele. Esse  um livro para a criança, para o pai, a mãe, a família; é um livro para qualquer pessoa que, por ser gente, em algum momento torna-se um doente de guerra. O título, que é também o nome dado à raposa da história, está escrito em latim, e significa PAZ.

A narrativa de Pennypacker é leve, mas com um texto rico em significados, analogias, metáforas e referências. A autora escreveu um texto que pode ser considerado simples, mas de forma alguma simplório. E uma das coisas que mais me chamaram a atenção é que ela não subestima o poder intelectual e perceptivo da criança. Geralmente os livros infantis traz textos repletos de diminutivos e situações que são entregues facilmente ao leitor, e isso não acontece com Pax. É um livro que você se sente confortável durante a leitura e que deixa plantado na mente do leitor o desejo de refletir e ir mais além do que está dito em cada página.

A história gira em torno de Pax, a raposa, e Peter, o seu menino, que o pegou quando ainda era um filhote. Os capítulos são intercalados entre o garoto e a raposa, e podemos acompanhar o que cada um está fazendo nessa busca incessante pelo outro. A amizade entre os dois é uma das coisas mais lindas que você vai conhecer no livro e facilmente poderá pensar no seu cachorro, no seu gato, no seu bichinho de estimação, que faz você se sentir em casa, como se já tivesse encontrado um bom lar para viver. Num momento em que estamos frequentemente vendo pessoas - doentes de guerra - maltratando animais, a história de amor entre os dois seres, em PAX, e a ligação que eles têm de sentir o que o outro sente, de sentir a presença um do outro se faz inspiração para o leitor.

Peter tinha a estranha sensação de que ele e Pax eram um só. A primeira vez foi quando ele  o levou, ainda filhote, para passear. Pax viu um pássaro e começou a forçar  a coleira, tremendo como se estivesse recebendo uma carga elétrica. E Peter viu a ave pelos olhos de Pax: o incrível vôo veloz como um raio, em liberdade e velocidade absurdas. (Pág.: 23)

Além de trazer a questão da amizade entre o menino e a raposa - o ser humano, o ser animal - o texto aborda o caos causado pela guerra e a paz em meio ao caos que ela provoca. Mas isso não se restringe às guerras relacionadas à luta entre pessoas por territórios e espaços, mas sim à guerra que travamos o tempo inteiro na vida: o sentimento que a gente tenta domar e muitas vezes deixamos tomar conta de maneira negativa; a guerra entre o ser e o não ser - o quem sou? A dicotomia "bem e mal" também está presente na história, quando o enredo nos apresenta o entendimento de que nem todas as pessoas agem de maneira igual: não somos ruins, mas também não somos bons. Apenas em algum momento da vida aprendemos a controlar instintos, embora estejamos fadados a falhar de vez em quando.

Todo mundo tem dentro de si uma fera chamada raiva. E essa fera pode até ser utilizada para o bem. Muitas coisas boas vem da raiva que sentimos das coisas ruins, muitas injustiças são consertadas assim. Mas primeiro temos que descobrir como controlá-las." (Pág.: 222)

Sobre as referências que o livro traz, destaco a d' O Pequeno Príncipe, que tem como amiga uma raposa, que traz à tona a importância de cativar o outro. Além disso, Pax aborda claramente a questão da falsidade humana, do adulto e da criança - os adultos não entendem nada. Facilmente podemos lembrar do filme Marley e Eu e Para Sempre, que trazem a relação entre um humano e um animal e a ligação que existe entre eles. 

Pax é uma história de amizade, que encanta o leitor pela simplicidade do enredo, que se faz envolvente e cheio de surpresas. É um livro sobre a paz em maio à guerra, sobre a tentativa de levar a paz ao caos e a tentativa de encontrar a paz na sua moradia - um lar nem sempre é uma casa, mas às vezes pode ser uma pessoa. Uma história poética e encantadora sobre amizade, família e Paz. 

" - Afinal, você quer voltar para casa ou para seu bichinho?Dá no mesmo. - A resposta saiu espontânea e firme, o que o surpreendeu." (Pág.: 95)

XOXO.
Diih.


31 de agosto de 2016

[DICA DE LEITURA] O DISCURSO 'FAÇA BOA ARTE', DE NEIL GAIMAN



Olá, pessoas! 

💬

Como andam as leituras? A coisa aqui está louca, louca, viu! Mas tô tentando chegar lá - este momento estou tentando concluir uma leitura que está sendo muito - mas muito mesmo! - gostosa. Breve trago a resenha. Mas vamos ao que interessa: Neil Gaiman e seu discurso.

Neil Gaiman é autor best-seller e já escreveu livros de sucesso, um escritor premiado e aclamado pela crítica, que conquista leitores e mais leitores com suas obras - só neste ano a Editora intrínseca já publicou dois livros dele. Em maio de 2012, Gaiman foi convidado para discursar numa festa de formatura, de estudantes de Arte, da University Of The Arts, na Filadélfia. O discurso fez tanto sucesso que foi transformado em livro. Mas também, não é para menos. O discurso sábio de Gaiman, atrelado à simplicidade das palavras e o bom humor com que expôs suas experiências podem ter influenciado muita gente a querer e a ser melhor. 

Num momento em que o lucro é o grande mérito a ser conquistado, boa parte das pessoas escolhem profissões que te deem um salário que seja satisfatório, mesmo que isso implique em fazer aquilo que nunca quis. Mas será que isso não vem a ser perigoso para a qualidade do trabalho? Gaiman tem uma resposta para isso. Se ele é bem sucedido na sua arte? A resposta está no discurso "Faça boa arte" e no sucesso dos trabalhos já publicados pelo autor. 

A todos os que se formam hoje: eu lhes desejo sorte. Sorte é útil. Muitas vezes você vão perceber que quanto mais trabalham, e quanto mais sabedoria dedicam ao trabalho, mais sorte têm. Porém, existe a sorte pura e simples, e ela ajuda.

Neste pequeno grande livro você vai encontrar um conteúdo útil e especial para você - seja estudante de arte ou não -, lições sobre criatividade, bravura e força. O que Gaiman fez foi encorajar os jovens alunos a dar o melhor de sim, a agirem com coragem, quebrar regras e inovar sempre nesse mundo de transições contantes. 

As regras do possível ou impossível no mundo as artes  foram criadas por gente que não desafiou os limites do possível  tentando ultrapassá-los. Você pode fazer isso.

Quem criou o design do livreto foi Chip Kidd. Ele atua como designer gráfico e escritor em Nova York. Tenta fazer boa arte, mas na maioria das vezes só comete erros. Se eles são interessantes, impressionantes, gloriosos ou fantásticos, só o público por dizer.

XOXO
Diih


31 de julho de 2015

{EXTRA} SURPREENDENTE!, Maurício Gomyde



Olá pessoas lindas!

***
Espero que esteja tudo lindo por aí porque por aqui está uma maravilha! Minha gente hoje eu fui surpreendido – eu e os leitores do todo Brasil - com a capa do novo livro, de um dos melhores autores nacionais da atualidade, de quem sou fã! Sim, estou falando do querido Maurício Gomyde, autor que terá seu novo livro lançado dia 01 de setembro, na bienal do Rio de Janeiro, agora pela Editora Intrínseca. {como não se sentir feliz?}

Olha só que linda essa capa! 
♥ 


Vocês gostaram? Contem-me o que acham, quero saber tudo!

 Particularmente eu adoro a cor azul – esse tom, então, nem se fala. O título já tem uma carga positiva e o desenho do olho grego a complementa perfeitamente. {positividade e amor puro}.
Essa capa está bem ao estilo da Intrínseca, não é?  

{Será que vocês conseguem lembrar de alguma outra capa quando olha pra essa?}

Agora, para quem ainda não conhece Maurício Gomyde, ele é um paulistano que vive em Brasília e, além de escritor, é músico e compositor. Já abandonou vários cursos na UnB (Universidade de Brasília) – já estudou cinema, engenharia mecânica e Ciências da Computação – e é formado em Processamento de dados. Entrou no mundo da literatura com o livro O mundo de vidro, em 2011.






Encontro vocês logo, logo.
Bjux do Diih .

29 de março de 2015

4ª Turnê Intrínseca – Eu fui!



Olá, pessoal!
O domingo começou, o tédio é garantido. Então, para disfarçar essa ociosidade dominical, eu quero falar sobre um evento que fui ontem, da Editora Intrínseca. Não quero e nem vou me aprofundar a falar de todos os livros apresentados porque a turnê vai passar por algumas cidades ainda e as pessoas precisam conhecer as surpresas do evento.


***
A Intrínseca é uma editora com pouco mais de dez anos – foi fundada em dezembro de 2003 – e conta com noventa títulos de livros já publicados. É a grande responsável pela publicação de livros de sucesso, como o meu adorado UM DIA, de David Nicholls; o grande e muito bem comentado A CULPA É DAS ESTRELAS, de John Green; A garota que roubava livros e A garota que eu quero, ambos do autor australiano Markus Zusak. Também já publicou séries como Delírio (Pandemônio; Resquiém), de Lauren Oliver e a grande explosão Crepúsculo, da escritora Stephenie Meyer, em 2008.

Esse ano acontece a 4ª edição da turnê intrínseca que ainda está passando por alguns estados. Ontem, 28 de março, foi o dia de Porto Alegre (Livraria Cultura - Bourbon Country) e também Salvador, na Livraria Cultura do Salvador Shopping onde marquei presença.

O evento foi criado com o intuito de aproximar os leitores da editora e apresentar a eles os lançamentos e publicações, como tive a oportunidade de conferir ontem.

Dividido em duas partes, o início da palestra trouxe a apresentação de algumas publicações lançadas recentemente, entre elas o livro Caixa de Pássaros, de Josh Malerman; Quase uma RockStar, de Matthew Quikc e Selva de Gafanhotos (gafanhotos tarados que assim como os jovens só pensam em comer e trepar), Andrew Smith. A todos os garotos que já amei, Jenny Han; Como não ser um babaca, Meghan Doherty, Isla e o final feliz, de Stephanie Perkins entre outras publicações, são promessas para os próximos meses ou próximo semestre do ano.

Na segunda parte da palestra o público pode fazer perguntas sobre livros e séries, sobre a editora, etc. Alguns livros foram sorteados, bem como alguns abjetos personalizados, e a grande sensação do sorteio foi o tão desejado Kobo, um leitor de e-book. Infelizmente não ganhei nenhum desses prêmios, mas fiquei muito satisfeito e encantado com o brinde que a equipe da editora distribuiu a todos os participantes.
Quero parabenizar a editora pela disposição e por nos receber tão bem. Estão de parabéns! Ao público, quero deixar os parabéns também pela energia e pelo calor com que todos nós – do nosso jeito soteropolitano e receptivo de ser – recebemos a equipe.

B-jão/ Abraços e até a próxima!

 P.S.: Galera, vamos ficar atentos e termos mais consideração com o próximo. Muitas pessoas estavam invadindo fila e deixando pessoas que chegaram cedo ao local para trás. Imagino quantas pessoas saíram de suas casas bem cedo, quantos pais levaram seus filhos antes de ir trabalhar e não conseguiram uma senha. Por quê?! Pessoas que chegaram mais tarde – por motivos que desconheço – encontraram conhecidos e se alojaram na fila. Sejamos mais educados e menos egoístas.
 
© Vida e Letras | Todos os direitos reservados.
Desenvolvimento por: Colorindo Design
Tecnologia do Blogger