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20 de julho de 2012

Um amigo...



Quando escurece ele nos dá a mão
E nos ajuda a procurar a calma no escuro
E se você chora, ele chora junto,
E treme junto, mas não sai dali.

Quando chove, divide o guarda chuva;
Outras vezes o fecha
E Brincam de pega-pega
Sem medo de se molhar

Ele chora junto nas horas tristes
Diz não quando necessário
E pode até ir embora depois de uma briga
Mas sempre volta com o mesmo amor

Se estiver errado, aponta o erro,
Mas não deixa de seguir lado-a-lado com você;
Se precisas ficar sozinho ele sai de perto ou te abraça
 E juntos estão abraçados no silêncio

E até mesmo se você precisa ir embora
O coração vai junto
E na sua volta oferece o melhor abraço,
Os melhores beijos e continuam a caminhada pela vida
Como eternos, e melhores, e inseparáveis amigos.

© Diego França 2012 *


“Um feliz dia do amigo a todos!”
 

11 de junho de 2012

Vida em letras #4


Encontro dos amantes


E seguiu voando a menina de vestido arrumado
Foi mais longe a mulher que ajeitou maquiagem
Num lugar qualquer;

E nesses encontros com a vida
Desencontro também conheceu;
Olhos enganosos, fontes tristonhas
Que o amor arrebatou
E tratou de mostrar.

Que há ódio e vazio;
Para a solidão, o chorar;
Um tempo, um caminho;
Um espaço e um lugar.
Pra ser menina e ser grande;
Pra ser perdida e encontrada pelo tão sonhado amante.

Que depois da dor a chama de minha, de vida, de mulher.
E chama de amor e de paixão.
Que pede e sua com um beijo e um abraço;
Que constrói uma vida inteira
A partir de um aperto de mão.

© Diego França 2012 *

30 de dezembro de 2011

Eterna procura















Eu procuro algo.
Não sei o que, 
não sei onde, 
mas eu procuro. 

Na verdade eu espero. 
Nem tanta paciência, 
nem tanta coragem... 
Mas, no fundo, espero!

Mais de mim, 
mais para mim... 
Contento ao coração, 
calma, felicidade, 
cura de feridas, certezas e verdades. 

Nas noites eu procuro!
Olho pela janela, no céu... Na claridade lá fora. 
Procuro preencher o vazio, suprir vontades
e mesmo que não me falte, ainda assim, procuro. 

Não sei o quê, 
mas eu procuro!
Na minha essência,

No fundo dos meus olhos, nos meus sonhos
e na palma da minha mão. 
Procuro, e procuro tanto, 
zelo tanto e espero tanto...!
Mas ainda assim não encontro.

Então, procuro.


Procuro um amor que seja bom pra mim/ Vou procurar, eu vou até o fim... (Frejat - ‘Segredos’)
2011 © Diego França 
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