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4 de julho de 2015

[Especial] 150 anos de Alice – Dia de (Des) Aniversário no Mundo Maravilhoso.



 Sente-se, tome um chá com o chapeleiro maluco e seus amigos e vamos comemorar o dia de hoje. Comemoremos mais um desaniversário da nossa querida, doce e sonhadora Alice.


***
A primeira vez que escutei o grito estressado da Rainha de Copas  - “Cortem-lhe a cabeça!” - tinha apenas três anos de idade. Naquele ano, em 1993, ganhei um disco de LP com a história de uma garotinha que via um coelho falante e corria atrás dele, até que caia num buraco e indo parar em um mundo subterrâneo. Dali em diante Alice no país das maravilhas marcou a minha infância e é faz parte da minha vida até hoje.

A 4 de julho de 1865 o senhor Charles Lutwidge Dodgson saiu para um passeio de barco, levando em sua companhia Alice Lidell, uma garotinha que, a partir daquele passeio seria lembrada para sempre. O Senhor Dodgson foi um matemático, fotógrafo, contista, fabulista, desenhista e reverendo britânico que, sob o pseudônimo de Lewis Caroll, escreveu o conto/fábula Alice no país das maravilhas (Alice In Wonderland) e imortalizou a criança a quem fotografou várias vezes durante a infância.

Alice no mundo subterrâneo é um texto sobre uma menina que caiu numa toca de coelho e foi transportada para um mundo fantástico com criaturas exóticas e características peculiares. Hoje, 150 anos depois de publicada, a obra de Caroll ainda é sucesso absoluto. Pode ser um pouco complexa, visto que conta com dois livros – um infantil e um adulto – em que o autor conversa com os dois públicos, incluindo características linguísticas e matemáticas no seu enredo.

Para algumas pessoas o conto é uma metáfora a um ato de pedofilia por parte do autor e representa um conto de mal gosto. No entanto, nada nunca foi comprovado. De fato houve sentimento entre o matemático e a senhorita Lidell, nada mais. Dodgson gostava de fotografar a menina e chegou a tirar fotos escondidas dela para um acervo pessoal. Em seu livro intitulado “Eu sou Alice” (2010), Melanie Benjamin escreveu uma biografia sobre a vida da garota e nos conta com detalhes a trajetória dela, bem como a amizade com o rapaz, até a publicação do conto.


Sucesso absoluto desde a sua primeira postagem, em 1865, Alice no país das maravilhas foi transformada em desenho pela Disney em 1951, além de ter a história convertida em áudio para discos de LP com contos infantis. Além disso, foram feitas adaptações do conto para o teatro. Em 2010 ganhou uma releitura e adaptação para os telões de cinema. Em 2016 vamos poder assistir ao segundo filme, “Alice através do espelho e o que ela encontrou por lá”.

Eu sou perdidamente apaixonado pela beleza que há nesse conto e Alice está presente na minha vida desde muito cedo, como sempre digo aqui no blog. Foi a primeira estória que conheci na vida e o primeiro livro que li. Posso dizer que minha vida de leitor começou lá no mundo subterrâneo com o Chapeleiro maluco, o gato de Cheshire, a rainha de copas e todos os outros lindos personagens que dão vida a essa maravilha.

Leiam sem preconceito, procurem sempre a beleza e a graça escondida nas entrelinhas contidas a estória.


Mas antes de dizer que “vejo vocês logo, logo”, quero deixar um presente a todos os leitores que leem o blog e gostam do conto. Sempre faço montagens para postar no Instagram do Blog e sempre posto algo sobre Alice – quem acompanha sempre curte a imagem. Pois bem! Vou disponibilizar para download algumas capas – para enfeitar as redes sociais de vocês – com o tema ALICE.

Clique na imagem e faça o Download do conteúdo especial que preparei ara vocês. Espero que gostem.




Viva os 150 anos de (des)aniversário de nossa Alice!
Fiz essa postagem com muito amor e espero que tenham gostado.
Encontro você logo, logo.
Bjux do Dinho.
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