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30 de maio de 2016

‘Nós’ – David Nicholls: Um texto simples, sustentado por uma narrativa impecável.



Olá
todo mundo!

Atenção, atenção porque hoje tem meu amado David Nicholls, marcando presença mais uma vez aqui no Blog, dessa vez com seu livro intitulado NÓS (Us). Lançado em 2015 pela Editora Intrínseca, é um livro que afirma a escrita primorosa de Nicholls e reforça sua narrativa bem-humorada em meio ao drama.


Douglas Petersen é um homem metódico, se arrisca pouco e dificilmente se permite ao novo. Ele é bioquímico, tem 54 anos e se depara com a situação do termino do seu casamento. Connie é uma mulher que gosta de liberdade, de inovar e encarar o novo. Entre os dois, diferenças gritantes ajudam na decisão que ela toma de se separar do marido, com quem tem um filho adolescente prestes a sair de casa porque acabou de entrar na faculdade. Mas numa tentativa de fazer com que tudo dê certo, o casal decide encarar uma viagem em família – que já havia sido programada – pela Europa, onde terá a chance de reconquistar a esposa e conseguir uma boa relação com seu filho, Albie, um típico adolescente rebelde, que por conta das constantes brigas com o pai durante a viagem, acaba seguindo seu próprio destino. A viagem é frustrada e muda totalmente de rumo quando o bioquímico decide procurar o adolescente, viajando pela Alemanha, Itália e Espanha, enquanto sua ainda esposa volta para casa.

Nós tem uma história contada em primeira pessoa, sob a visão de Douglas, e durante a narrativa o leitor é levado a vários momentos da vida do personagem com sua esposa, desde quando e como se conheceram até o momento atual, representado pela crise pela qual estão passando. Entre reflexões e suposições, Petersen vai listando atitudes suas que podem ter levado a esposa a querer a separação. Ele é um homem sensível, muito bem organizado, tradicional demais e antiquado demais também. Em contrapartida, Connie é o total oposto dele, assim como o filho, e a mulher se depara com o cansaço de uma relação sem muitas novidades. E por falar em falta de novidade, infelizmente Nós não apresenta novidade alguma na narrativa, para competir com seu trabalho anterior.  

Não há o que discutir sobre a escrita impecável do Nicholls e sua competência com a narrativa. Dificilmente se perde, não deixa pontas soltas e coloca detalhes em seus devidos lugares. No entanto, o autor apostou numa narrativa linear, sem muitas reviravoltas. A história toda se passa numa viagem, em que uma família que deveria estar unida parece viver uma guerra. Além disso, os personagens não são nem um pouco cativantes.


Petersen é irritante, submisso e bobo demais a ponto de se humilhar e fazer tudo o que sua esposa quer para agradar a ela e ao filho. Connie é uma mulher intolerante, antipática e rude, assim como Albie, que, rebeldia à parte, é um poço de grosseria também. A história apresenta apenas os três personagens, que dão vida ao título genérico dado ao livro e mesmo quando surgem os secundários são apenas para criar uma ponte para novas reflexões. É uma narrativa voltada para a família e a situação pela qual estão vivendo: a separação de um casal e a conquista de uma boa relação entre pai e filho. 


Nós é um bom livro e apresenta também uma boa história. Apesar da mesmice, empolga o leitor com reflexões inteligentes, acerca das relações familiares e amorosas, e mesmo tendo um texto atraente não há elementos que faça dela uma história inesquecível.

Um Beijo para vocês!
❤ Diih.

18 de outubro de 2015

{TAG} Preferências Literárias



Oi!
Vamos de TAG hoje? 

A TAG que vou responder hoje foi criada pelas minhas queridas Renata Varela, do Blog Who’s that Girls? (autora de Paris No Dia Dos Namorados) e pela Bianca, do Blog Lendo com a Bianca. As duas me marcaram, então vamos às minhas respostas?

Acho que muita gente ainda não conhece minhas preferências literárias, sendo assim me conheçam um pouco mais.



Qual seu gênero literário favorito?
- Amo Romance, distopia e Chik-lit, mas Drama é o meu favorito.

Como você descobriu esse gênero?
- Eu sou muito dramático e acredito que essa característica da minha personalidade sempre me fez buscar filmes, novelas e consequentemente livros desse gênero. Não foi ao acaso ou através de um livro em especial, foi naturalmente que busquei isso. Apenas não lembro o nome do primeiro drama que li.

 Você costuma ler livros só desse gênero ou procura ler outros também?
- Drama é o meu gênero predileto, mas tenho outros como já disse: chick-lit, romance, distopias. Agora estou me permitindo ler aventuras e ficção também.

Cite um personagem favorito que faça parte desse gênero literário.
- Emma Morley  
por motivos de: amo a personalidade dela, amo quando ela é irônica e aparentemente não se deixa abalar por nada. Além disso, ela queria ser escritora como eu. (Obrigado pela personagem, Nicholls!)


Cite o seu autor favorito do gênero.
- Bjux David Nicholls. I LOVE YOU.

Você escreve? Se sim, se sente mais confortável escrevendo seu gênero favorito ou vai para todos os lados?
- Eu escrevo sim e tenho uma escrita bem melancólica e dramática. Eu gosto de escrever narrativa com personagens dramáticos porque, como já disse, eu sou dramático, então escrever de acordo com uma característica que já é minha faz com que a história que quero escrever - ou que estou escrevendo - flua naturalmente. 

Qual o gênero literário que você menos gosta?
- Ah!... Com certeza os livros eróticos. Não dá!

O que não te atrai nesse gênero?
- Sexo em livro pra mim não rola. Não vejo graça, não me atrai. Respeito o gosto de cada um, mas comigo não funciona.

Depois de minhas respostas, quero convidar:

...para responder a TAG também.
Encontro vocês logo, logo.
Bjux do Diih.

2 de junho de 2015

[Coluna] Atração literária #2


i, minha gente!
Tudo bom com vocês?

É o seguinte, vamos para o segundo mês da coluna “Atração literária” (leia sobre a coluna AQUI) com os livros que fisgaram minha atenção durante todo o mês de maio. Lembrando que não são, necessariamente, lançamentos. Ok? Dos atrativos de abril eu comprei “A verdade sobre nós”, de Amanda Grace e mais alguns outros livros que eu me apaixonei na hora, na livraria, e acabei comprando (vejam eles AQUI). Por isso a lista de hoje será um pouco menor. Vamos lá!


*.*.*



O personagem é colunista e escreve sobre casamentos para um jornal importante, além de ser muito romântico. No entanto, ele é um rapaz solitário, que sempre está sozinho em algum casamento, até que conhece uma mulher com o espírito aventureiro e que logo vai embora. Agora ele vai sair por toda Nova York em busca dessa misteriosa mulher e vai aprender que “pior que perdê-la é escrever sobre o casamento dela.” Pela primeira vez conheço um livro em que o protagonista é uma figura masculina e com sonho de casar. Isso foi o que me ganhou de imediato. Mês passado eu o vi na livraria outra vez (conheci em 2012, numa viagem para São Paulo) e mais uma vez ele me conquistou. Portanto, não saiu da lista de desejos. 


Cante para eu dormir, apesar de ser um romance lançado em 2011, eu só conheci agora. Parece que foi relançado, pelas minhas pesquisas, com uma capa diferente. Por sinal, mais linda. Adorei o nome do livro, foi o que me chamou atenção de cara; amei a capa e a sinopse. Parece uma história muito dramática e eu AMO drama. Envolve bulling, muita paixão e decepções. Quero muuuuito esse livro 




David Nicholls é um escritor que me conquistou com sua narrativa engraçada e apaixonada ao mesmo tempo. Adoro a maneira como ele escreve e os enredos dos seus livros. Todos estão cansados de saber que UM DIA é o meu preferido Mas foi lançado aqui no Brasil, pela Editora Intrínseca também, o novo trabalho do autor, intitulado NÓS. Quero muito! A capa não me convidou tanto quanto a história que, inclusive, já li o primeiro capítulo. Já querooooooo!




Fique onde está e então corra me chamou pelo nome. Eu disse: “gente, que título engraçado”! Então vi que, além de ser do mesmo escritor de “O menino de pijama listrado” – que, por sinal, conta com ótimas críticas – tem uma história bacana. Alfie espera pelos convidados na sua festa de cinco anos, mas a Primeira Guerra Mundial havia começado naquele dia, preocupando a todos. Seu pai logo se alistou e foi para o combate, porém em quatro anos o garoto já não recebia notícia dele. Um dia ele descobre uma pista que indica que o pai está mais perto do que imagina e segue as pistas determinado a trazê-lo de volta para casa.


Luar em Odessa é um amor antigo. Acho que o mais antigo de todos os livros que eu desejei. Tem uma capa linda e um título docemente romântico e convidativo. Daria é interprete numa agência de namoros especializada em encontrar mulheres para americanos solitários e ela se vê dividida numa paixão entre um mafioso irresistível e um professor americano e gentil. É um romance sobre as escolhas e sacrifícios que fazemos na busca pelo amor e estabilidade.



Então é isso, pípol! Resolvi fazer uma pesquisa e relembrar amores antigos. E encontrei todos. E quero todos também!

Encontro vocês logo, logo.
Bjux do Dinho.


Lembrando que esta postagem é para ser feita todo dia primeiro. Porém, como a minha conexão com a internet está ruim – e me deixou na mão ontem – postei hoje.
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