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28 de setembro de 2015

{Instante Retrô} TV Colosso ♥




Olá
todo mundo!
Preparados para mais uma segunda-feira? Que tenhamos uma semana cheia de luz e respostas positivas.

 
Como vocês já leram no título da postagem de hoje, vamos relembrar um programa que embalou a minha infância e a infância de muita gente por aqui durante as manhãs de segunda a sexta-feira, na Rede Globo de televisão. Infelizmente as crianças já não têm opções de programações saudáveis como os programas dos anos 90. Sendo assim, cabe a nós relembrar e contar a elas como eram as coisas.
Meu 100Ôr estou falando como um idoso. Acode aqui!


TV Colosso foi um programa de televisão produzido pela Rede Globo após o encerramento do programa Xou da Xuxa, em 1992. A emissora precisou preencher o horário com um programa que atendesse às expectativas dos telespectadores mirins, fiéis ao programa da rainha. Foi então que a TV Colosso entrou no ar com seu primeiro episódio, no dia 19 de abril de 1993.  

Um grupo de cachorros vivia a loucura diária de manter a programação da TV canina no ar. Eles apresentavam uma programação televisiva completa, com direito a um noticiário – uma paródia do jornal nacional – chamado Jornal ColOssao, o Clip Cão com os números musicais (Ah... O dia em que Sandy e Junior se apresentaram lá ), novelas, seriados e blá, blá, blá. Os personagens eram marcantes: lembro-me do Walter Gate (apresentador do jornal), a cadelinha do tempo, o operador Borges, um buldogue que chamava os desenhos, a minha amada Priscila, produtora do programa, uma cadelinha cheia de charme da raça sheep-dog. E não poderia faltar a lembrança daquele cãozinho chefe de cozinha, gritando ao meio-dia (o horário em que acabava o programa): - “é hora de matar a fome. Tá na mesa, pessoal!” 




Uma Foto com a qualidade péssima da minha Sandy com a minha personagem predileta.


O programa era exibido de segunda a sexta, às 8 horas e aos sábados havia reprise do que rolou durante a semana. Agora, enquanto escrevo, vivo uma nostalgia maravilhosa; um sabor de infância boa, com programas de qualidade e marcantes. E aquela musiquinha que não sai da minha cabeça!

Espero que tenham gostado e tenham sentido o mesmo carinho e alegria que senti enquanto escrevia e relembrava esse programa lindo. Encontro vocês logo, logo, pessoal! Fiquem com a abertura da TV Colosso e até a próxima.

Bjux do Diih

14 de setembro de 2015

{Instante Retrô} Snoppy – O Cão com Síndrome de Walter Mitty.



Oi!
Tudo belezinha com vocês?
Hoje é dia de viajar no tempo e relembrar algumas coisas que marcaram meu passado e que trago comigo até hoje. Está muito bom saber as opiniões de vocês, principalmente porque muitas pessoas compartilham do mesmo amor ou carinho pelas coisas que já postei até hoje. Obrigado a todos vocês pelo feedback e por dividirem o seus gostos comigo.


Hoje eu trouxe a figura do Snoppy, esse cachorro fofo, que enfeitava a minha estante de brinquedo quando eu era bem novinho. Ele tinha um cordão e umas rodinhas embaixo dele que, à medida que eu puxava, ele vinha atrás de mim com as orelhinhas rodando. Era a coisa mais fofa. Isso era o meu brinquedinho, mas o Snoppy era desenho animado e de tirinhas também.


***
Mas o que é a síndrome de Walter Mitty como você escreveu no título, Diih?

Walter Mitty é um personagem fictício, criado em 1939 para o conto A Vida Secreta de Walter Mitty, por James Thurber. Mitty é um personagem tímido, mas que tem uma imaginação muito fértil, admiravelmente fantasiosa. É um personagem de tanto sucesso que seu nome foi incluído nos dicionários americanos como sinônimo de sonhador inofensivo.

E o que isso tem a ver com o personagem da coluna de hoje?

O Snoppy é um personagem baseado no Mitty – dizem que é um cão com complexo de Mitty. Ele é extrovertido e eu vejo doçura tanta doçura nele que dá vontade de apertar e ter em casa. Mas, continuando, esse cãozinho cheio de virtudes, na maioria nada reais, vive os sonhos que fazem parte da sua mente fantasiosa sempre que deita no telhado da sua casinha, para dormir. O cachorrinho apareceu pela primeira vez em outubro de 1950, mais precisamente no dia 4 de outubro – logo, logo fará aniversário . Criado por Charles Schuls é um cão da raça Beagle, personagem dos quadrinhos Peanuts. Inicialmente o Beagle amigo teria o nome Sniff, porém, seu pai soube que já esse nome já era dado a um personagem de outra tirinha e resolveu batizá-lo como Snoppy.

Eu vejo um Snoppy e automaticamente me lembro da infância e das minhas corridas com meu brinquedinho – aquele que comentei logo no início da postagem. Adoro essa nostalgia, esse cheiro passado e de lembranças boas. Portanto, como todo mundo sabe que a lembrança é um presente na vida de qualquer humano, em dezembro – acredito que no dia 10 – vamos poder conferir o filme Snoopy e Charlie Brown: Peanuts, o filme. Já espero por isso ansioso!


Essa é uma das primeiras aparições do Snoppy, quando ele era apenas uma figura silenciosa. Porém,em 1952, o autor verbalizou seus pensamentos aos leitires através dos balões de diálogo.


Você conhece o Snoopy, tem alguma história sobre ele pra contar? Quero saber tudinho! Conto com vocês.

Até mais, gente!
Encontro vocês logo, logo.

Bjux do Diih

22 de maio de 2011

"Havia uma criança..."




                Estou andando pela cidade. Olhar atento e fixo aos movimentos. Na praça muito verde, muitos bancos, muitas pessoas. Está ventando. A brisa me toca tão leve que fecho os  olhos para sentir.

               Vejo uma criança. Um garoto correndo no espaço, assustando pássaros, gritando… Ela acaba de cair no chão e de seus olhos lágrimas, que são tomadas pelo abraço da mãe que o leva para perto do pai. O menino, não mais indeciso e agora ainda mais forte, levanta-se do banco e volta a correr pisando nos pés de quem passava, para pegar uma bola que mal cabia em suas mãos. Lá vai ele tão inocente…
              O tempo está passando depressa, começa a escurecer e eu nem percebo. De mãos dadas com os pais, o garoto segue em passos curtos e está sorridente, mas só agora eu abri os meus olhos. Já não é mais um segredo; Esse menino sou eu, numa sonhada e doce infância. Um passado idealizado no presente.

     
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